A Deus pessoal baiano
Ao povo dessa cidade
Adeus pela madrugada
Nos vamos deixar saudades
A Deus pessoal baiano
Ao povo dessa cidade
Adeus pela madrugada
Nos vamos deixar saudades
Nego quando morre vai pra cova de bengue
amigo tão dizendo que urubu tem que come
aquibabá, aquilele, nego nago fede mais que sarigue
aquibabá, aquilele, nego nago fede mais que sarigue
Bahia o Africa vem cá vem nos ajuda
Bahia o Africa vem ca vem nos ajuda
Força baiana, Força africana, Força divina vem cá vem cá
Força baiana, Força africana, Força divinh vem cá vem cá
Boa noite pra quem é de boa noite
bom dia pra quem é de bom dia
a benção meu papai a benção
maculêlê é o rei da valentia
boa noite pra quem é de boa noite
bom dia pra quem é de bom dia
a benção meu papai a benção
maculêlê é o rei da valentia
Certo dia na cabana um guerreiro
Certo dia na cabana um guerreiro
Foi atacado por uma tribo pra valê
Pegou dois paus, saiu de salto mortal
E gritou pula menino, que eu sou Maculelê
Certo dia na cabana um guerreiro
Certo dia na cabana um guerreiro
Foi atacado por uma tribo pra valê
Pegou dois paus, saiu de salto mortal
E gritou pula menino, que eu sou Maculelê
Ê pula lá que eu pulo cá
Que eu sou Maculelê
Ê pula lá que eu quero vê
Que eu sou Maculelê
Ê pula eu pula você
Que eu sou Maculelê
Ê pula lá que eu quero vê
Que eu sou Maculelê
Eu vinha camainando pela mata do amazonas
encontrei uma preincesa e perguntei como vai com passou sinha dona?
deus lhe deu boa noite sinha dona
Deus lhe deu boa noite sinha dona
Ô Sinhô, dono da casa
nós viemo aqui lhe vê
Viemo lhe perguntá
como passa vosmicê
Ô Sinhô, dono da casa
nós viemo aqui lhe vê
Viemo lhe perguntá
como passa vosmicê
E como é seu nome?
É maculelê
E de onde veio?
É maculelê
Lá de Santo Amaro
É maculelê
E na hora ê, E na hora á
E na hora ê, sou de Angola
E na hora ê, E na hora á
E na hora ê, sou de Angola
E na hora ê, E na hora á
E na hora ê, dá licença eu passar
E na hora ê, E na hora á
E na hora ê, sou de Angola
Eu disse camarada que eu vinha
na tua aldeia camarada um dia
Eu disse camarada que eu vinha
na tua aldeia camarada um dia
Maculelê la la e le o,Maculelê la e la la
Maculelê la la e le o,Maculelê la e la la
bate tambor garoto que eu quero ver,
eu quero ver maculelê
bate tambor garoto que eu quero ver,
eu quero ver maculelê
Eu sou um menino
Minha mãe soube me educar
Quem anda em terras alheias
Pisa no chão devagar
Eu sou um menino
Minha mãe soube me educar
Quem anda em terras alheias
Pisa no chão devagar
Eu vim pela mata eu vinha
Eu vim pela mata escura
Eu vi seu Maculelê
No clarear, no clarear da lua
Eu vim, pela mata eu vinha
Eu vim pela mata escura
Eu vi seu Maculelê
No clarear, no clarear da lua
Hoje é dia de nossa senhora
A conceição viemos louvar
A trovoada ronca no mar
Aranda ie ie e, aranda ie ie a
Hoje é dia de nossa senhora
A conceição viemos louvar
A trovoada ronca no mar
Aranda ie ie e, aranda ie ie a
Aranda ie ie e, aranda ie ie a
Aranda ie ie e, aranda ie ie a
E ie e ie a,e ie e a
E ie e ie a,e ie e a
Maculelê guerreiro
Caboclo maracaia
E filho de Ogum e Oxoci,do meu pai Oxala
Laça laça laçador quero ver voce lacar
Laça laça laçador quero ver voce lacar
Version 2 :
Maculelê é guerreiro , caboclo Marajuará, ele é filho de Ogun e de Oxossí e de meu Pai Oxála
Maculelê é guerreiro , caboclo Marajuará, ele é filho de Ogun e de Oxossí e de meu Pai Oxála
Caboclo roxo da pele morena ele é Oxossí cacador lá da Jurema
Caboclo roxo da pele morena ele é Oxossí cacador lá da Jurema
Ele jurou tornou a jurar de seguir os conselhos que a Jurema mandou dar
Ele jurou tornou a jurar de seguir os conselhos que a Jurema mandou
Nao me mate a cobra nao me pise na coral
Nao me mate a cobra nao me pise na coral
Coro:
Sou eu, sou eu, sou eu
Maculelê, sou eu
E nos viemos das Alagoas
Somos filho da mata real
Viva Zumbi, nosso Re negro
No caminho do canavial
Coro
Você bebeu jurema
Você se embreagou
Na flor do mesmo pau
Vós mecê se alevantou
(O coro repete a Carolina)
Corre pro mato que a batalha começou
E a Guerra dos Palmares
Vamos lutar meu senhor
(O coro repete a Carolina)
Sou eu, sou eu, sou eu, Maculelê, sou eu
(O coro repete a Carolina)
Maculelê é valente é gueirreiro
Maculelê é valente é gueirreiro
é dança de preto velho no tempo do cautiveiro
é dança de preto velho no tempo do cautiveiro
é danca da no escuro ou com luz de candinheiro
é danca da no escuro ou com luz de candinheiro
Maculelê é no pau é no facão
Maculelê é no pau é no facão
é danca do preto velho no tempo da escravidão
é danca do preto velho no tempo da escravidão
Maculelê jurou vingança
e diz que a dança que ele dança é mortal
Maculelê é já folclore
mas já foi luta no canavial
Olêlê Maculelê
Nós vamos vadiar
Olêlê Maculelê
Lá no canavial
Maculelê Maculalá
Obé Obé Obá obá
Maculelê Maculalá
Obé Obé Obá obá
Eu sou batuqueiro de Aruanda
Eu vim batucar nesse lugar
Eu saúdo esse povo da Bahia
E peço licença pra dançar
Maculelê Maculalá
Obé Obé Obá obá
Eu trago a espada do guerreiro
e a branca bandeira de Oxalá
No peito a estrela radiante
e o grito de paz dos Orixás
Maculelê Maculalá
Obé Obé Obá obá
Nós somos negros da catanga de aruanda
à conceição viemos louvar
arandaeee, arandaeeea
nós somos negros da catanga de aruanda
à conceição viemos louvar
arandaeee, arandaeeea
Olha o Congo de Angola chegou
Ele veio de Aruanda e ficou
Olha o Congo de Angola chegou
Ele veio de Aruanda e ficou
Aruanda, Aruanda ê
Aruanda, Aruanda ê
Aruanda, Aruanda ê
Aruanda, Aruanda ê
Olhe, olhe, olhe
Olhe quem aqui está
Olhe, olhe, olhe
Maculelê é sangue real
Olhe quem aqui está
Olhe, olhe, olhe
Maculelê é sangue real
Sai sai sai Boa noite meu Senhor
Sai sai sai
Boa noite meu Senhor
Sai sai sai
O meu senhor e delicencia
Sai sai sai
e como vai como passo
Sai sai sai
Boa noite meu senhor
Sai sai sai
Oi Salve salve o Maculelê
a dança guerreira do negro canaveiro
Oi Salve salve o Maculelê
a dança guerreira do negro canaveiro
Maculelê que e dança guerreira
virou folclore nessa terra Brasileira
Maculelê que e dança guerreira
virou folclore nessa terra Brasileira
Nego fugia da Senzala
formando quilombo dentro das nossas matas
Nego fugia da Senzala
formando quilombo dentro das nossas matas
Nego dançava Maculelê
para aliviar as dores do cativeiro
Nego dançava Maculelê
para aliviar as dores do cativeiro
Sou eu,sou eu,Sou eu Maculelê sou eu
Sou eu,sou eu,Sou eu Maculelê sou eu
O nós viemos de Mato grosso
tirar acuçena da mata real
tirar sossego de quem me ensinou
A dizer sim ao invés de não senhor
porque um dia livre eu serei
e o povo ajusta as contas com o rei
Sou eu…
Sou eu,sou eu,Sou eu Maculelê sou eu
O nós viemos lá da Bahia
quanto mais tarde quanto mais chovia
E o povo pedia implorava
a princesa nos de alforria
sou eu
Sou eu,sou eu,Sou eu Maculelê sou eu
Tindolelê auê Cauiza
Tindolelê é sangue real
Meu pai é filho eu sou neto de Aruanda
Tindolelê auê Cauiza
Cauiza, de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
Maculelê, de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
Mestre Popó, de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
E o atabaque, de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
E o agogô, de onde é que veio
Eu vim de Angola ê
Eu vi a luta, eu tava la
Eu vi a luta, eu tava la
Dois guerreiros se pegando dentro do canavial
Eu vi a luta, eu tava la
Eu vi a luta, eu tava la
Dois guerreiros se pegando dentro do canavial
Lutava Maculelê na terra do Manganga
Um gritava para o outro
Tumba ê caboclo
Tumba la é ca
E tumba ê guerreiro
Tumba la é ca
E tumba ê Popo
Tumba la é ca
E nao me deixe so
Tumba la é ca
Tumba e caboclo
Tumba la é ca
Vamos todos à louvar
a nossa nação brasileira
salve zumbi dos palmares ora meu deus
que nos livrou do cativeiro
vamos todos à louvar
a nossa nação brasileira
salve zumbi dos palmares ora meu deus
que nos livrou do cativeiro
Você bebeu Jurema
Você se embriagou
Você bebeu Jurema
Você se embriagou
Com a fulô do mesmo pau,
Vosmicê se levanto
Você bebeu Jurema
Você se embriagou
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