Olha o negro que veio pro Brasil, que veio sofrer como um cão,
que veio trabalhar na terra tambem na colheita e na plantação
que veio trabalhar na terra tambem na colheita e na plantação
Descobrindo um novo caminho, um caminho pra se libertar
Descobriram a capoeira, uma maneira esperta de poder lutar
Refugiou-se em grandes quilombos, e nasceram grandes guerreiros
Ganga Zumba, Zumbi, os cabeças, são filhos de Oxóssi, orixá feiticeiro
Olha o negro, que fez sua história, que manteve suas tradições,
Maculelê, Capoeira, Batuque, Candomblé e Samba enfeitiça as nações
Maculelê, Capoeira, Batuque, Candomblé e Samba enfeitiça as nações
oi lelelelelelele, oi lelelelelalala, raça negra é raça guerreira,
é raça sofrida que sabe lutar
oi lelelelelelele, oi lelelelelalala
o negro que fez sua história,
criou a capoeira pra se libertar
oi lelelelelelele, oi lelelelelalala
Olha o negro que veio pro Brasil, que veio sofrer como um cão,
que veio trabalhar na terra tambem na colheita e na plantação
que veio trabalhar na terra tambem na colheita e na plantação
Descobrindo um novo caminho, um caminho pra se libertar
Descobriram a capoeira, uma maneira esperta de poder lutar
Refugiou-se em grandes quilombos, e nasceram grandes guerreiros
Ganga Zumba, Zumbi, os cabeças, são filhos de Oxóssi, orixá feiticeiro
Olha o negro, que fez sua história, que manteve suas tradições,
Maculelê, Capoeira, Batuque, Candomblé e Samba enfeitiça as nações
Maculelê, Capoeira, Batuque, Candomblé e Samba enfeitiça as nações
oi lelelelelelele, oi lelelelelalala, raça negra é raça guerreira,
é raça sofrida que sabe lutar
oi lelelelelelele, oi lelelelelalala
o negro que fez sua história,
criou a capoeira pra se libertar
oi lelelelelelele, oi lelelelelalala
Raízes da Bahia / SAMBA
Raízes da Bahia / SABE SAMBAR
Letras del cd Raizes do brasil posteado por diablillo en CBE CapoeiraBahiana.Com en « Respuesta #1 : Junio 21, 2004, 11:46:48 »
Letras del cd Raizes do brasil
"Negro Escravo - by Leonardo Roscoe"
"Bem Macinho - by Capú"
"Mariah & Capoeira Cerrado - by Capú & Charuto"
"Luta que Luta - by Tonelada"
"Moça Bonita - by Max Nobel"
"Raízes & Amor Selvagem - by Capú & Boquinha/Edinho"
"Bahia - by Edinho"
"Gratidão - by Tonelada"
"Lampião - by Edinho"
"Alforria - by Tonelada"
"Malandragem - by Capú"
"Capataz & Canto das Águas - by Charuto & capú"
"Vila Planalto - by Edinho"
Negro Escravo
Iê! Faz muito tempo
Me dói só de lembrar
Que o negro era escravo
Apanhava sem parar
Acordava bem cedinho
E com a dor da chibatada
Que ardia e não passava
Ia pro mato trabalhar
Trabalhava noite e dia
Não sonhava e mal dormia
E nem tinha tempo pra rezar
Por causa de tanta angústia
O negro fez uma luta
E fingiu ser uma dança
Pra poder se libertar
Assustada com essa dança
Que tinha gosto de vingança
A polícia proibiu
E tentou acabar assim
Com a capoeira no Brasil
Mas nada disso adiantou
A capoeira foi mais forte
Venceu o ódio e se firmou
O negro agora é livre
O pesadelo já passou
Capoeira hoje é vida
É arte, é poesia
É mistério, é sentimento
É vontade de vencer
É vontade de cantar
O laê laê lá
Ô lêlê
CORO
Bem mansinho
Benguela pra jogar mansinho
Benguela pra jogar mansinho
Vou voltar para jogar, eoô (2x)
Meu avô sempre dizia
Fofoca não é pra macho
Passarinho acompanhou morcego
Amanheceu de cabeça pra baixo
CORO
Pra os cabras da língua grande
Que se faz de uma donzela
Dou um boi pra não entrar na briga
Dou uma boiada pra não sair dela
CORO
Invejoso está por baixo
Por isso não tenho medo
Enxergo sua navalha
Escondida em seus dedos
CORO
Luta que Luta
Luta que luta ê
Como é boa de lutar
Luta que luta ê
Como é boa de lutar (Coro)
Uma luta que eu não conheço
Eu não vou substimar
Minha luta é capoeira
Por isso eu vou falar
CORO
Você não me conhece
E fica a falar
Isso aqui é capoeira
Quem comanda é o berimbau
É uma dança guerreira
E uma luta mortal
CORO
Capoeira é brasileira
Capoeira é emoção
Capoeira do Raiz
Mexe com meu coração
CORO
Luta que luta ê
Como é boa de lutar
CORO
Jogar sem se atrapalhar
CORO
E bota o bicho pra pegar
CORO
O berimbau lá vai tocar
CORO
E o pandeiro já vai marcar
CORO
Jogar sem se machucar
CORO
E põe a mandinga pra jogar
Moça Bonita
Moça bonita,
Vê se não chora
Eu vou embora
Com meu berimbau viola (Coro)
CORO
Eu vou embora, mas vou voltar
quem sabe um dia agente vai poder se amar
CORO
O gunga marca, o médio dobra
E olha aí a revirada do viola
CORO
O meu viola tem harmonia
pro capoeira ele passa energia
CORO
O meu viola é de biriba
Foi um presente que eu ganhei de Mestre Bimba
CORO
Sou capoeira, sou mandigueiro
Com meu viola já rodei o mundo inteiro
Raízes
[Capú/DF]
A semente quando brota
Nem sempre alguém foi cultivar
Eu sei que vim de longe
Pra você me confiar
Encherguei a traição
Debaixo do meu nariz
Quando surge a salvação
Que brota de uma raiz
Raízes do Brasil (Coro)
Quando brotou, surgiu
Raízes do Brasil
Na capital do meu Brasil
Raízes do Brasil
Surgiu porque Deus pediu
Raízes do Brasil
Cerrado, raiz do Brasil
Ê, inverga esse gunga
O jogo vai começar
O médio e o viola
Que veio pra acompanhar
O pandeiro e o atabaque
As palmas dos meus irmãos
Eu tirei esta cantiga
De dentro do coração
CORO
Bahia
Capoeira nâo sai da minha cabeça
Capoeira nâo sai do coraçâo
Capoeira quem joga e mandingueiro
Capoeira e jogo de irmâo
Capoeira
Eee... Beleza
Capoeira
Eee... Tradiçâo
Capoeira
Tem fundamento
Capoeira
E vibraçâo
Capoeira nasceu foi no quilombo
Olha no sofrimento da senzala
o nego cantava ladainha
Enquanto a cana era cortada
Capoeira
Eee... Beleza
Capoeira
Eee... Tradiçâo
Capoeira
Tem fundamento
Capoeira
E vibraçâo
Na roda de capoeira
pode-se matar ou morrer
Mas também se joga limpo
o que e bonito e pra se ver
Capoeira
Eee... Beleza
Capoeira
Eee... Tradiçâo
Capoeira
Tem fundamento
Capoeira
E vibraçâo
E pra se bom capoeira
Nâo basta so aptidâo
Tem que se entregar de alma
E cantar com o coraçâo
Gratidão
Essa vida é tão difícil
Isso eu posso lhe falar
Mas na vida de capoeira
Eu não tenho a reclamar
Êh, meu mestre
Que me ensinou a jogar (2x)
Desde os tempos de criança
Foi você quem me ensinou
Tudo o que hoje eu sei
Foi você quem me ensinou
CORO
No tempo do CEBEN*
Você ia lá pra me ensinar
Ensinava com tanta vontade
Nos seus olhos dava pra notar
CORO
Você é a luz que me ilumina
Você é a luz do meu brilhar
Se você perder o brilho
Não sei pra onde vou olhar
CORO
O teu canto me arrepia
É um canto de cantador
É um canto de capoeira
É um canto do jogador
CORO
Lampião
Iê!
O tempo voa, o tempo passa
Vai deixando no caminho
Histórias que o povo fala
Fecho a porta e a janela
Mergulhando na lembrança
Do calor do meu sertão
Do famoso Virgulino
Conhecido Lampião
Matava cobra com a boca
Pegava onça com a mão
Corria atrás de raposa
E infrentava um batalhão
Destemido e respeitado
Mesmo assim foi emboscado
Levado por traição
Cortaram sua cabeça
Para entregar pro capitão
E nesse dia todo cangaço parou
Só pra saber da notícia
Que em pouco tempo se apalhou
E hoje poucos guardam na memória
Se foi covardia ou glória
A história que aqui narrei
A morte de um grande homem
Que para muitos foi um rei
É lampa, é lampa, é lampa
É lampa, é Lampião (Coro)
Matava cobra com a boca
Pegava onça com a mão
CORO
O famoso Virgulino
Cabra macho do sertão
CORO
Também tem Maria Bonita
Era a mulher de Lampião
CORO
Alforria
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala (2x)
Ai, o chicote batia
No meu tronco de valia
O meu corpo tremia
E meu sangue escorria
CORO
Eh, mas o nêgo não desistia
Na necessidade de sobreviver
Falava mais alto e ele mesclava
Jogava capoeira pra valer
CORO
Zumbi foi morto nos quilombos
Quase que todos destruídos
Mas o nêgo com sua vontade
Resistiu mesmo assim
CORO
Ai, o chicote me batia
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
O meu corpo tremia
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
E meu sangue escorria
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
Tudo isso acabou
No tempo da escravidão,
Negro dormia na senzala
Vou embora...
Malandragem
Malandro, malandro (Coro)
Capoeira
Malandro, malandro
Na Bahia
Malandro, malandro
Na ladeira
Malandro, malandro
Malandragem
Malandro, malandro
Na cultura
Malandro, malandro
Negro canta
Malandro, malandro
Joga e pula
Malandro, malandro
Ê, finge que vai mas não vai
Bicho vem e eu me faço de morto
Mas se a coisa apertar
Pra Deus eu peço socorro
Entro e saio sem me machucar
Subo e deço sem escorregar
Vou louvando o criador da mandinga
O malandro que inventou a ginga
Malandragem
CORO
Capataz
Lembrança da escravidão
De um negro na senzala
Tá gravada na mente
De um preto velho que fala
Uma dança diferente
Do negro se defender
Se você não der no preto
O preto dá em você
Capataz quer me bater
Meu Deus, não sei por que (Coro)
Eu não fiz por merecer
CORO
Meus Deus, não sei por que
CORO
Tem mancha de sangue no tronco
É sinal de sofrimento
E quando o negro fugia
Pra morte faz juramento
Capataz é destemido
Diz que o negro vai buscar
E voltava carregado
Da mata capoeira
CORO
Você diz que é capoeira
Fala muito e não faz nada
Quero ver entrar na roda
Vacilar tomar porrada
Uma arte brasileira
Que mistura o bem e o mal
O sangue do negro é vinho
Dentro do canavial
CORO
Vila Planalto
[Mestre Edinho/DF]
Foi assim que começou
Você pode acreditar
Acordava bem cedinho
Ia pra Vila ensinar
No Cebem e na pracinha
No cerrado e na igreja
Tem gente jogando bola
E treinando capoeira
Vila boa de morar
Muitas eu já conheci
Mas igual Vila Planalto
É difícil de existir
Olha a Vila aê
Olha a Vila aê (Coro)
A roda de capoeira
Vai até anoitecer
CORO
Quando eu toco o berimbau
Bota o caldo pra ferver
CORO
Tem roda lá no Cebem
Na pracinha, é só querer
CORO
Capoeira lá na Vila
É gostosa pra valer
CORO
Quem não tem capoeira pura
Olha aqui pra você ver
CORO
Começa de tardinha
Vai até anoitecer
NOTA: Estas canciones las he sacado del libro de letras de canciones recopiladas por Comprido
Coro:
Rasteira na fome
A muzenza vai dar
E quem quiser
Pode vir nos ajudar
Trazendo arroz, o açúcar e feijão
É uma rasteira pra por a fome do chão
Colaborando com o macarrão e o sal
Você ajuda muito irmão não passar mal
Coro
E pra fazer o bolo, farinha de trigo
Farinha de milho pra fazer polenta
Lata de azeite pra ficar legal
Essa campanha quem embala é o berimbau
Coro
A fome é um problema, isso tem solução
Pois força de vontade, amor e união
Oi meu amigo, põe um fim nesse problema
Vem dar rasteira na fome,
Junto com o Grupo Muzenza
Coro
Auto Bambino
Pernambuco ele nasceu, perdeu seus pais
Quando ainda era menino, sofreu demais
Vida cheia de maldade, ai meu Deus
Lá no sertão nordestino, ê ê ê
Seu bando foi conhecido, fez temer
Os lugares que passou, ê ê ê
Seu nome ficou gravado, com temor
Pra quem tentasse deter, ê ê ê
Entre os mais destemidos, foram reis
Do cangaço no estradão, ai eu sei
Curisco Antônio Ferreira, ê ê ê
Sabino e Lampião, ê ê ê
Mas também teve seu dia, foi-se então
Morrer numa emboscada, traição
Pra salvar Maria Bonita, se entregou
Apagou-se Lampião, ê ê ê
Lampião subiu a serra, ê ê ê
Lampião desceu ladeira, ê ê ê
Só pra ver Maria Bonita, ê ê ê
Cantando « Mulher rendeira », êêê
Lampião subiu a serra, ê ê ê
Lampião desceu ladeira, ê ê ê
Segundo a lenda conta, ê ê ê
Lampião foi capoeira, ê ê ê
Mas também teve seu dia, foi-se então
Morrer numa emboscada, traição
Pra salvar Maria Bonita, se entregou
Auto Bambino
Pernambuco ele nasceu, perdeu seus pais
Quando ainda era menino, sofreu demais
Vida cheia de maldade, ai meu Deus
Lá no sertão nordestino, ê ê ê
Seu bando foi conhecido, fez temer
Os lugares que passou, ê ê ê
Seu nome ficou gravado, com temor
Pra quem tentasse deter, ê ê ê
Entre os mais destemidos, foram reis
Do cangaço no estradão, ai eu sei
Curisco Antônio Ferreira, ê ê ê
Sabino e Lampião, ê ê ê
Mas também teve seu dia, foi-se então
Morrer numa emboscada, traição
Pra salvar Maria Bonita, se entregou
Apagou-se Lampião, ê ê ê
Lampião subiu a serra, ê ê ê
Lampião desceu ladeira, ê ê ê
Só pra ver Maria Bonita, ê ê ê
Cantando « Mulher rendeira », êêê
Lampião subiu a serra, ê ê ê
Lampião desceu ladeira, ê ê ê
Segundo a lenda conta, ê ê ê
Lampião foi capoeira, ê ê ê
Mas também teve seu dia, foi-se então
Morrer numa emboscada, traição
Pra salvar Maria Bonita, se entregou
Nos terreiros cativeiro
Negro era sofredor,
Lutou com muita vontade
A capoeira ele emcontrou
Foi nos tempos de mandinga
Malandragem e escravidão
Ao som dos atabaques
Sangrava meu coração
Nos deixou sua cultura
O banzo e a solidão
Agradeça a Mestre Bimba
Que a regional criou
Olha a luta que veio do Batuque
No mundo se espalhou
Começou pela Bahia
Em Goias ele parou
Mas a luta ai não para
Mestre Camisa chegou
Branco em forma de negro
A capoeira renovou
Camará
É viva meu Deus!
(Refrão)Tu não sabe andar;
Já quer correr;
Cuidado moço pro mundo não lhe bater;(Refrão)
(Refrão)
Eu nunca vi dá rasteira;
Sem ginga, sem base boa;
Só com muito treinamento;
Pra não dar o golpe à toa;
(Refrão)
Quem tem telhado de vidro;
Não joga pedra pro ar;
Pedra em cachorro morto;
Nunca vi ninguém jogar;
(Refrão)
Vê você a capoeira;
Que sempre nos aceitou;
Não importa meus defeitos;
Nunca me diz não senhor;
(Refrão)
Os bambas da capoeira;
Começaram no ABC;
Mas sempre com a consciência;
Que ainda tem o que aprender;
(Refrão)
O calado é vencedor;
Perguntar nunca é demais;
Humildade não é talento;
Pra quem quer viver em paz;
(Refrão)
Afobado como quente;
Diz o dito popular;
Eu digo na capoeira;
Que um dia eu chego lá;
(Refrão)
Tu não sabe andar, já quer correr
Cuidado moço pro mundo não lhe bater
Tu não sabe andar, já quer correr
Cuidado moço pro mundo não lhe bater
Eu nunca vi da rasteira
Sem ginga sem base boa
So com muito treinamento
Pra não da o golpe à toa
Quem tem telhado de vidro
Não joga pedra pro ar
Pedra em cachorro morto
Nunca vi ninguém jogar
Vê você a capoeira
que sempre nos aceitou
Não importa meus defeitos
Nunca me diz não senhor
Os bambas da capoeira
Começaram no ABC
Mas sempre com a consciênca
Que ainda têm o que aprender
O calado é vencedor
Perguntar nunca é demais
Humildade não é talento
Pra quem quer viver em paz
Afobado come quente
Diz o dito popular
Eu digo na capoeira
Que um dia eu chego lá
Tu não sabe andar, já quer correr
Cuidado moço pro mundo não lhe bater
Tu não sabe andar, já quer correr
Cuidado moço pro mundo não lhe bater
Eu nunca vi da rasteira
Sem ginga sem base boa
So com muito treinamento
Pra não da o golpe à toa
Quem tem telhado de vidro
Não joga pedra pro ar
Pedra em cachorro morto
Nunca vi ninguém jogar
Vê você a capoeira
que sempre nos aceitou
Não importa meus defeitos
Nunca me diz não senhor
Os bambas da capoeira
Começaram no ABC
Mas sempre com a consciênca
Que ainda têm o que aprender
O calado é vencedor
Perguntar nunca é demais
Humildade não é talento
Pra quem quer viver em paz
Afobado come quente
Diz o dito popular
Eu digo na capoeira
Que um dia eu chego lá
Subi a pé lá no Corcovado
Pra beijar os pés de Cristo
Para ser abençoado
Ao chagar lá
Não foi brincadeira
Foi pra mostrar que o Rio
É 100% Capoeira
Foi pra mostre que o Rio
Coro:
É 100% capoeira
E quem não conhece
Venha conhecer
Academia de seu Cid
E seu Fumê e seu Gegê
Ê Subi a pé lá no Corcovado
Subi a pé lá no Corcovado
Coro
Pra beijar os pés de Cristo
para ser abençoado
Pra beijar os pés de Cristo
para ser abençoado
Coro
Ao chegar lá não foi brincadeira
Ao chegar lá não foi brincadeira
Coro
Foi pra mostrar que o Rio
É 100% Capoeira
Coro
Coro:
Coco mironga de seu Dos Anjos
O canto de Waldemar
A Regional de seu Bimba
Bahia me faz lembrar.
Quem nasce nessa terra
Tem muita história pra contar,
Tem no sangue a capoeira
É uma herença imortal.
Coro
Se você quer conhocer
A oitava maravilha,
Tem que ir lá bahia
Pra sentir toda nergia.
Coro
É lembrança de terra amada
O meu pai sempre dizia.
Filo o dendê de Dos Anjos
De Waldemar e de seu Bimba.
Coro
A Bahia é beleza
Que a natureza pode dar
E o fruto dessa Bahia
É um canto forte
Bela capoeira e um coco
difícil de se quebrar.
REFRAO: Capoeira, capoeira
é un ritmo quente que mexe com a gente
eu vou chega pra cá
CORO REFRAO
Em roda de mestre se algumo entra
ele pode apanhar
CORO REFRAO
Quem comanda o ritual
Quem comanda o ritual
Quem comanda o ritual
É o toque dolente de um bom berimbau
É um saber muito antigo
Um saber ancestral
É a força o axé
A beleza o astral
É a união de todos
Todo o pessoal
Roda boa, roda boa, roda boa
É roda boa em São Paulo da garoa
(coro) Roda boa, roda boa, roda boa
É roda boa em São Paulo da garoa
Quando se fala em capoeira
Isto já lhe vaz lembrar
Roda em Salvador Bahia
Rio de Janeiro e Paraná
Mas Aqui em nossa terra
É coisa de admirar
A capoeira de São Paulo
Tá botando pra quebrar
(coro) Roda boa, roda boa, roda boa
É roda boa em São Paulo da garoa
Roda boa, roda boa, roda boa
É roda boa em São Paulo da garoa
Filho de Bimba na Bahia
Rio de Janeiro Abada
Paraná grupo Muzenza
Sem querer menosprezar
A capoeira de São Paulo
O GCAB vai mostrar
(coro) Roda boa, roda boa, roda boa
É roda boa em São Paulo da garoa
Roda boa, roda boa, roda boa
É roda boa em São Paulo da garoa
Coro:
É sexta-feira
Tem brincadeira
Roda da Lapa
Vou jogar a capoeira
Em cima dos Arcos
Vejo o bonde passar
O povo se aproximando
A roda vai começar
Coro
A roda é livre, quem quiser pode jogar
Mas não falte com respeito
Que o chá da meia noite
Com certeza vai provar
Coro
Jogo de bamba
Mandinga na ginga é
Berimbau está tocando
A roda chama você
Coro
A roda é livre, quem quiser pode jogar
Mas não falte com respeito
Que o chá da meia noite
Com certeza vai provar
Coro
Jogo de bamba
Mandinga na ginga é
Berimbau está tocando
A roda chama você
Vinha de Ilha de Maré
Pelas praias da Ribeira
Pescador Estivador
Para as rodas de capoeira
Seu andar malandriado
No corpo sua proteção
No chapéu uma navalha
E uma estrela de Salamão
Passado de tradição
Uma vida traiçoeira
De oficio Artesão
Da arte da Capoeira
No peito um sentimento
Saudade do ancestral
Na garganta um lamento
No toque do berimbau
Era Traira, Najé
Onça Preta, Cabelo Bom
Bráulio Buglaho e
Waldemar da Paixão
Domingo dia de festa
Malandragem vadiação
Alegria e camaradagem
Na roda do barracão
Seu nome será lembrado
Morreu não está mais aqui
Nas pinturas de Caribé
Nas fotos do Fatumbi
Bem-te-vi* vôou, vôou
Bem-te-vi vôou, vôou
Deixa voar
Lá lauê lauê lauê lauê
Lá lauê lauê lauê lauê
Que som o que arte é essa
de luta e brincadeira
Que roda maravilhosa é essa
é o Bantus Capoeira
Em cada som, em cada toque
em cada ginga, tem um estilo de jogo
Em cada som, em cada toque
em cada ginga, tem um estilo de
jogo
Lauê lauê lá...
Lá lauê lauê lauê lauê
Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
A roda estava pegando fogo
E era Mestre Bimba
Que comandava o jogo
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
No côro o Mestre Pastinha
Cantava bonito
Uma ladainha
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
Mestre Canjiquinha na chapa de chão
E quem se esquivava
Era Mestre Limão
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
No céu é todo mundo igual
Até o Cheiroso
Tocava berimbau
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
Com jogo de exibição
Lá eu também vi
Eu vi o Formigão
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
Neíro com toda destreza
Continua em forma
Meu Deus mas que belesa
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
Encantado com o jogo, eu vi São José
E Jesus Cristo
Aplaudiu de pé
(coro) Vi... vi pelo céu inteiro
Eu vi muito capoeira
Eu vi muito mandingueiro
Saudades das rodas na praça;
Onde eu via meu Mestre jogar;
(Refrão) São Bento Grande, Benguela, Santa Maria;(Refrão)
Ia e vinha;
Sem ter hora pra parar;
Amigo meu me responde aí;
Me responde aí;
o que eu vou contar;
Amigo meu me responde aí;
Me responde aí;
o que eu vou contar;
(Refrão)
Você se lembra;
Parece até lenda;
As rodas na Penha;
Mas nós tava lá;
Sou testemunhas desses tempos idos;
Fiz esse corrido;
Que é pra nós lembrar;
(Refrão)
Saudades das rodas na praça;
Onde eu via meu Mestre jogar;
(Refrão) São Bento Grande, Benguela, Santa Maria;(Refrão)
Ia e vinha;
Por trás da mata;
Quando escurecia;
A lua surgia para clarear;
Era o sinal que ao findar o dia;
Berimbau dizia que era pra acabar;
Meu coração que ainda acalenta;
Hoje se lamente;
Ao ouvir cantar...;
Saudades;
(Refrão)
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