Chama ioiô, chama iaiá
Berimbau me chama, eu vou vadiar
Não adianta
Tu tentar me segurar
Corrente já foi quebrada
E hoje eu quero é vadiar
Dizia a lei
É proibido vadiar
Mas eu sentia no peito
A vontade de jogar
Andei, vaguei,
Sem saber no que pensar
Sempre fui trabalhador
Mas também capoeira
De tocar meu berimbau
E uma cantiga levar
Mostrando meus sentimentos
Sem ninguém prejudicar
O bem e o mal
Nunca andaram de mãos dadas
Não escolhem preto nem branco
Ao findar esta jornada
VAI, VAI / VAI CAÊ
Beleza / beleza
VAI, VAI / VAI CAIR
Isso é capoeira
REFRAO 1: Vai negro, vai trabalhar no cais,
não tem Senzala mais, não tem feitor (X2)
CORO REFRAO 1
Antigamente no tempo da escravidão
nego não era gente não, tanbem não tinha valor,
acorrentado vivia escravizado,
na senzala maltratado por chicote do feitor.
REFRAO 2: Mais hoje em dia não tem mais nego fujão,
não tem mais senzala, não, negro já se liberto
CORO REFRAO 1
TODOS REFRAO 1
Negro sufria pedindo a mãe de Deus,
não sabia o que ele fez para sofrer com tanta dor,
e no quilombo, na serra, no meio do mato,
na ansia de liberdade negro se refugiou,
mais na revolta fez uma luta ligeira
cujo nome é a capoeira ganhando ao senhor feitor.
CORO REFRAO 1
Criou armada, meia lua e rasteira,
arrastão e bananeira, derrotando ao seu sinhor
REFRAO 2
CORO REFRAO 1
TODOS REFRAO 1
REFRAO 1: Vai negro, vai trabalhar no cais,
não tem Senzala mais, não tem feitor (X2)
CORO REFRAO 1
Antigamente no tempo da escravidão
nego não era gente não, tanbem não tinha valor,
acorrentado vivia escravizado,
na senzala maltratado por chicote do feitor.
REFRAO 2: Mais hoje em dia não tem mais nego fujão,
não tem mais senzala, não, negro já se liberto
CORO REFRAO 1
TODOS REFRAO 1
Negro sufria pedindo a mãe de Deus,
não sabia o que ele fez para sofrer com tanta dor,
e no quilombo, na serra, no meio do mato,
na ansia de liberdade negro se refugiou,
mais na revolta fez uma luta ligeira
cujo nome é a capoeira ganhando ao senhor feitor.
CORO REFRAO 1
Criou armada, meia lua e rasteira,
arrastão e bananeira, derrotando ao seu sinhor
REFRAO 2
CORO REFRAO 1
TODOS REFRAO 1
REFRAO 1: Vai negro, vai trabalhar no cais,
não tem Senzala mais, não tem feitor (X2)
CORO REFRAO 1
Antigamente no tempo da escravidão
nego não era gente não, tanbem não tinha valor,
acorrentado vivia escravizado,
na senzala maltratado por chicote do feitor.
REFRAO 2: Mais hoje em dia não tem mais nego fujão,
não tem mais senzala, não, negro já se liberto
CORO REFRAO 1
TODOS REFRAO 1
Negro sufria pedindo a mãe de Deus,
não sabia o que ele fez para sofrer com tanta dor,
e no quilombo, na serra, no meio do mato,
na ansia de liberdade negro se refugiou,
mais na revolta fez uma luta ligeira
cujo nome é a capoeira ganhando ao senhor feitor.
CORO REFRAO 1
Criou armada, meia lua e rasteira,
arrastão e bananeira, derrotando ao seu sinhor
REFRAO 2
CORO REFRAO 1
TODOS REFRAO 1
MESTRE MAO BRANCA -CAPOEIRA GERAIS-
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CAPOEIRA GERAIS
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