Deixou umos laços na África distante, veio de Angola no navio negreiro
Deixou seu pãe deixou sua mãe, deixou os filhos de seu coração
CORO REPITE
Aquí chegando não perdia historia foi vendido como um animal
Trabalhou duro lá no cautiveiro plantando cana plantando café -CORO BIS
Surgiou um dia um negro valente, que seus irmãos ele libertou
Se organizarom em varios quilombos, lá em Palmares onde comandou –CB
Ai surgiou o Capitão do Mato um homen frio grande matador
Subiu na serra as companhoês potentes o grande chefe ele derrotou –CB
Zumbi foi herido quando ele quis fugir mais atrido por um companheiro
Se foi de moço foi esquartejado e sua cabeça em um pau picado
Zumbi deu força como é a liberdade, Zumbi é correio onde é saudade
Deixou para nos a capoeira como herança, como proteção -CORO BIS
Na Bahia de outrora de Mestre Pastinha e Mestre Waldemar,
ladainhas de Angola quando canto me faz recordar
do tempo que era tão bom, onde eu queria viver
conhecer da sua mandinga, toda malicia e tamben o saber.
REFRAO: Ai ai ai, ai ai
Saudade que eu tenho de mais
CORO REFRAO
De tempo que não bolta atrás
CORO REFRAO
Cuando Bimba era rapaz
CORO REFRAO
Era um tempo bom de mais
CORO REFRAO
Capoeira era jogada e o capoeirista que tinha valor,
era um tempo que não tinha grupo não tinha mestre com graduação,
um só se ensinava a jogar, cada um tinha sua expresão
o aluno era discipulo aprendia com mestre toda a lição
REFRAO saudade que eu tenho de mais
CORO REFRAO
Seu Pastinha lá no cais
CORO REFRAO
Waldemar do Pero Vaz
CORO REFRAO
Era um tempo bom demais
Na Bahia de outrora de Mestre Pastinha e Mestre Waldemar,
ladainhas de Angola quando canto me faz recordar
do tempo que era tão bom, onde eu queria viver
conhecer da sua mandinga, toda malicia e tamben o saber.
REFRAO: Ai ai ai, ai ai
Saudade que eu tenho de mais
CORO REFRAO
De tempo que não bolta atrás
CORO REFRAO
Cuando Bimba era rapaz
CORO REFRAO
Era um tempo bom de mais
CORO REFRAO
Capoeira era jogada e o capoeirista que tinha valor,
era um tempo que não tinha grupo não tinha mestre com graduação,
um só se ensinava a jogar, cada um tinha sua expresão
o aluno era discipulo aprendia com mestre toda a lição
REFRAO saudade que eu tenho de mais
CORO REFRAO
Seu Pastinha lá no cais
CORO REFRAO
Waldemar do Pero Vaz
CORO REFRAO
Era um tempo bom demais
Na Bahia de outrora de Mestre Pastinha e Mestre Waldemar,
ladainhas de Angola quando canto me faz recordar
do tempo que era tão bom, onde eu queria viver
conhecer da sua mandinga, toda malicia e tamben o saber.
REFRAO: Ai ai ai, ai ai
Saudade que eu tenho de mais
CORO REFRAO
De tempo que não bolta atrás
CORO REFRAO
Cuando Bimba era rapaz
CORO REFRAO
Era um tempo bom de mais
CORO REFRAO
Capoeira era jogada e o capoeirista que tinha valor,
era um tempo que não tinha grupo não tinha mestre com graduação,
um só se ensinava a jogar, cada um tinha sua expresão
o aluno era discipulo aprendia com mestre toda a lição
REFRAO saudade que eu tenho de mais
CORO REFRAO
Seu Pastinha lá no cais
CORO REFRAO
Waldemar do Pero Vaz
CORO REFRAO
Era um tempo bom demais
Salve o Rio de Janeiro
Lugar bom de se morar
Se o caboclo é mandingueiro
Ele joga ligeiro na beira do mar
Na beira do mar, na beira do mar
Vou jogar capoeira na beira do mar
Capoeira mandinga na beira do mar
É no Rio de Janeiro na beira do mar
Capoeira ligeira na beira do mar
Autor: Maxuel
Na Estrada da vida
Eu jogo capoeira
Vou aprendendo essa arte
Cem por cento brasileira
To nessa corrida a anos
Mas só agora posso entender
Que no jogo da capoeira
Respeito e humildade
Você tem que ter
Mas nessa Estrada
O mundo da voltas
Você vai aprender
Capoeira imita a vida
Hoje ta ganhando
Mas pode perder
O capoeira é astuto
Malandro, esperto
Cuidado você
Que acha que pode com tudo
Quem manda no mundo
É deus, pode ver
Na maré mansa já sei remar
Na maré brava meu barco não vai virar
Eu já remo a muito tempo
E sei que não é atoa
Nem a chuva nem o vento
Vão virar minha canoa
Não me iludo com a lua
Nem com o canto de sereia
Sou filho de jangadeiro
Pescador sou capoeira
Pode cair temestade
Pode vir tempo ruim
Que a vida de um capoeira
Eu já sei é mesmo assim
Ê na roça do lobo
De segunda a sexta feira
Mestre Bimba ensinava
A famosa capoeira
Coro:
Na roça do lobo
De seguna a sexta-feira
Ê seu Bimba nasceu
E se criou na Bahia
Foi se embora pra Goiás
Acabou nossa alegria
Coro
Ê seu Bimba se foi
Pra terra não volta mais
O nome de Mestre Bimba
Da nossa mente não sai
Coro
Ê Mestre Bimba ensinava
A famosa capoeira
Coro
Ê seu Bimba se foi
Seu Bimba partiu
Sua arte regional
Pelo mundo se expandiu
Na vida tudo acontece
Olha o que aconteceu
João teve ouro teve gado
Hojge ele é um empregado
Na fazenda que era sua
Hoje ele toca o gado
Já teve várias mulheres
Vários carros importados
Hoje tem uma carroça
E um cavalo impacado
Uma casa com goteira
Sobre a luz do lampião
Bebida e mulher
Foi a sua perdição
Hoje nao tem mais dinheiro
A mulher lhe abandonou
Hoje vive pelo mundo
Disprezado sem valor
Camará...
Capoeira Nação - X Aniversario cd posteado en Capoeiras.Com v.05, Publicado: Mie Mar 02, 2005 2:06 pm por Comprido
Capoeira Nação - X Aniversario cd
EU SOU UM CAPOEIRA
Eu sou um capoeira
tenho muito que aprender
pois essa vida ensina
a gente a sobreviver
Quando numa amizade
tenho uma opinião
volta e meia levo rasteira
quando vejo estou no chao
Volta e meia levo rasteira,
quando vejo estou no chão
Águia é liberdade
o vôo da libertação
quando Zumbi descubriu
ele ja estava no chão
Quando Zumbi descubriu,
ele ja estava no chão
Mas se eu tiver um amigo
conte comigo para crescer
acredito é no sangue novo
que nunca deixa meu sonho morrer
Acredito é no sangue novo,
que nunca deixa meu sonho morrer
É águia no ar
é cobra no chão
Quero ver jogar então
É águia no ar
é cobra no chão
Voa baixinho seu pavão
É águia no ar
é cobra no chão
(...)
GUNGA CHAMOU
Oi eu sentia,
quando berimbau tocava,
meu corpo se arrepiava,
vontade de mandingar
Não entendia,
a força dessa magia,
que senti naquele dia,
quando ouvi gunga chamar
Gunga chamou,
e a roda començou
Gunga chamou
e a roda començou
gunga chamou
e a roda començou
Gunga chamou
e roda començou
chora berimbau viola
pandeiro e agogô
Gunga chamou...
Gunga chamou
e a roda esta formada
jogar capoeira agora
e o coro para cantar
Gunga chamou...
A roda já esta formada
minha gente venha ver
na roda de capoeira
tem malicia e tem dendê
Gunga chamou...
(Bis canción)
MEU BERIMBAU
Meu berimbau e-e-e-e-e
meu berimbau e-e-e-e-a
Meu berimbau e-e-e-e
meu berimbau e-e-e-a
(Bis)
Berimbau é de biriba
e birimba é da Bahia
terra de bom capoeira
como foi o Mestre Bimba
Meu berimbau e-e-e-e
Meu berimbau e-e-e-a
Meu berimbau e-e-e-e
meu berimbau e-e-e-a
Deus lhe deu sabedoria
para criar a regional
Bimba botou cadencia de ginga
no toque do berimbau
Meu berimbau e-e-e-e
Meu berimbau e-e-e-a
Meu berimbau e-e-e-e
meu berimbau e-e-e-a
São Bento Grande, Benguela e Iuna
Bimba criou diversas coisas
deixando a capoeira
mais forte que baraúna
Meu berimbau e-e-e-e
Meu berimbau e-e-e-a
Meu berimbau e-e-e-e
meu berimbau e-e-e-a
(Bis)
A DEUS CAPOEIRA CHAMOU
A Deus capoeira chamou
adeus, capoeira venceu
A Deus capoeira chamou
adeus, capoeira venceu
Negro trabalha no campo
e mora na Senzala
negro trabalha de dia
de noite o negro cantava
A Deus capoeira chamou
adeus, capoeira venceu
A Deus capoeira chamou
adeus, capoeira venceu
Seu canto era um lamento
era um grito de dor
o negro sofria tanto
no xicote do feitor
A Deus capoeira chamou...
O negro entao cansado
no chão se ajoelhou
e pedindo para o seu Deus
disse me leve por favor
A Deus capoeira chamou...
Sua alma foi embora
para um lugar diferente
onde o negro era rei
e tratado como gente
A Deus capoeira chamou...
A Deus capoeira chamou
adeus, capoeira venceu
A Deus capoeira chamou...
AJUDA EU MEU MESTRE
Eeeeeeeee
ajuda eu meu mestre
ensina eu meu mestre
quero aprender
Eeeeeeeee
ajuda eu meu mestre
ensina eu meu mestre
quero aprender
(Bis)
Cheguei aqui cuando menino
hoje sou homem feito
o mestre já me ensinava
a gingar, a ter respeito
Eeeeeeeee...
Eeeeeeeee...
Me ensinou o bê a bá
bê a bá da capoeira
na beleza do gingado
na malícia da rasteira
Eeeeeeeee...
Eeeeeeeee...
O mestre já me falava
das rasteiras desta vida
capoeira ela te da
mas tambem ela te tira
Eeeeeeeee...
Eeeeeeeee...
SINHÁ MANDOU
Sinhá mandou
va no mercado modelo
pra vender acarajé
lá tem roda o ano enteiro
Sinhá mandou
va no mercado modelo
pra vender acarajé
lá tem roda o ano enteiro
(Bis)
Sinhá Baiana
bote o óleo a esquentar
prepare o acarajé
nâo esqueça o vatapá
vou pra roda do mercado
pra botar sua banca lá
Sinhá mandou...
Sinhá mandou...
E nessa vida tenha um pouco de cuidado
fique de ponta cabeça
mas não dei seu golpe errado
pra jogar a capoeira lá na roda do mercado
Sinhá mandou...
Sinhá mandou...
(Bis)
Mestre dizia nem sempre você venceu
na roda de capoeira
é volta que o mundo dá
é volta que o mundo deu
Sinhá mandou...
Sinhá mandou...
(Bis)
FOI DE MANHA QUE ACONTECEU
Foi de manha
que aconteceu
meu mestre disse
que Seu Bimba falesceu
Foi de manha
que aconteceu
meu mestre disse
que Seu Bimba falesceu
(Bis)
Chorou menino
chorou mocinha e doutor
e a capoeira
então silênciou
Foi de manha...
Foi de manha...
Foi em Goiás
que o destino escreveu
a perda de um grande mestre
que a história concedeu
Foi de manha...
Foi de manha...
Mestre dos mestres
criador da regional
Manoel dos Reis Machado
até hoje é imortal
Foi de manha...
Foi de manha...
Foron sete dias de pranto e de tristeza
Mestre Bimba na Bahia descansou
e até hoje sentimos muita saudade
homem forte e valente
que a capoeira inovou
Foi de manha...
Foi de manha...
(Bis)
NAÇÃO, NAÇÃO
Na capoeira aprendi a ser guerreiro
na hora da luta conto com meus companheiros
e só assim todos nós vamos em frente
unidos pela idéia que carrega essa gente
Nação
Nação
Nós somos fortes
como a nossa união
Nação
Nação
Venha comigo
me dé logo a sua mão
Nação
Nação
Vença as barreiras
supere os seus limites
abra o coração
e entregue agora e grite
Nação
Nação
Eu quero ver você comigo
cante junto esta canção
Nação
Nação
Mas com a certeza
de que vamos chegar lá
vamos todos juntos
chame o coro pra cantar
Nação
Nação
(...)
LÊ LÊ LÊ LÊ
Lê lê lê lê
la e la la e lá
Lê lê lê lê
la e la la e lá
Lê lê lê lê
la e la la e lá
Lê lê lê lê
la e la la e lá
São Salvador
terra boa e hospitaleira
terra que tem capoeira
capoeira de valor
Lê lê lê lê...
Lê lê lê lê...
Curió e Barba Branca
Bigodinho e João Pequeno
me trataran com respeito
grandes mestres angoleiros
Lê lê lê lê...
Lê lê lê lê...
Mercado modelo
vi capoeira que me espanta
verdades e mentiras
de Bahia terra santa
Lê lê lê lê...
Lê lê lê lê...
São historias que eu vivi
e na Bahia eu passei
para me fortalecer
por isso estou aquí, cheguei
Lê lê lê lê...
Lê lê lê lê...
(Bis)
VERGA VELHA
Ô verga velha que não cansa de envergar
madeira boa que não pode se quebrar
tem a baqueta o arame e o dobrão
quero ver e todo o mundo cantando isse refrão
Ê Nação
é Nação
Capoeira bem jogada
é capoeira de irmão
Ê Nação
é Nação
Do Rio Grande a o grande Rio
mora no meu coração, Nação
Ê Nação
é Nação
Capoeira bem jogada
é capoeira de irmão
Ê Nação
é Nação
(Bis canción)
Coro:
Iaiá, ioiô não não
Não chore por favor
(Iaiá, ioiô)
O iaiá não chore não,
Aprenda a se conter.
A tristeza é dor que passa,
É como um temporal
Que chega forte sem dizer
E quando ele vai embora
Não dá nem pra perceber.(Iaiá, ioiô)
Coro
Não chore que me entristece
Faz maus tempos relembrar
Chore em choro de alegria
Que faz bem ao meu cantar.
Coro
Certa vez te vi sorri
Outra vez te vi cantar
Hoje a estampa do seu rosto
É choro de soluçar.
Coro
Iaiá não vou falar mais
Faça o que lhe faz bem
Deixe a lágrima rolar
Deixe o pratnto derramar
Seres humanos egoistas, sempre cheios de maldade,
promovendo a miseria, da nossa sociedade,
esta gente sofrida, essa raça guerreira, esse povo bonito
da nação brasileira
estão matando nosso povo, como facíam antigamente,
hoje em vez da chibata, eles atiram na gente
É guerra em tudo canto, fome em tudo lugar,
É a agua que nos falta, a violencia reinar (BIS)
É preciso liberdade, mais não dá boca pra fora,
Já está mais que na hora, de tudo isso acabar (BIS)
REFRÃO: Não faça a guerra, só faça amor, não derrame sangue, na terra por favor.
CORO REFRÃO
Olha aí que o sangue é precioso, por nos alguem já derramou, o seu nome é Jesus Cristo, ele é um vencedor
ele morreu lá no calvario, em pro da humanidade, pra que eu e você tivesse liberdade.
SOLO REFRÃO
CORO REFRÃO
Seres humanos egoistas, sempre cheios de maldade,
promovendo a miseria, da nossa sociedade,
esta gente sofrida, essa raça guerreira, esse povo bonito
da nação brasileira
estão matando nosso povo, como facíam antigamente,
hoje em vez da chibata, eles agiram na gente
É guerra em tudo canto, fome em tudo lugar,
É a agua que nos falta, a violencia reinar (BIS)
É preciso liberdade, mais não dá boca para fora,
Já está mais que na hora, de todo isso acabar (BIS)
REFRÃO: Não faça a guerra, só faz amor, não derrame sangue, na terra por favor.
CORO REFRÃO
Olha aí que o sangue é precioso, por nos alguem já derramou, o seu nome é Jesus Cristo, ele é um vencedor
ele morreu lá no calvario, em pro da humanidade, para que eu e você tivesse liberdade.
SOLO REFRÃO
CORO REFRÃO
Autoria: Mestre Bigodinho
Não pode correr com o vento (bis)
Canoa sem espadela
Vou li dizer duas prosa
Eu quero a resposta de la
Galinha tem duas asas
Só não tem duas moela
Quem botar moça a perder
É casa de muita janela
O rapaz casa com a moça
Quando tem paixão por ela, Camaradinha
Viva meu Deus
Ié! Viva meu Deus, Camarado
Jogo mais bonito, é jogo de angola
Jogo bem gingado, é jogo de angola
Jogo mais bonito, é jogo de angola
O jogo de dentro, é jogo de angola
O jogo de fora, é jogo de angola
O jogo manhoso, é jogo de angola
O jogo encolhidinho
6-14 Toques de Berimbau
Eu nasci no cautiveiro, trabalhei duro no canavial,
Plantei cana eu plantei café, quase morri de tanto trabalhar…
CORO REFRAO: Vou cortra cana eu vou, colher café eu vou
Se não colher eu vou, vou por carbão eu vou (BIS)
No Engenho foi carregando o açucar e o melaço
Para adoçar a vida de quem tem me maltratado
CORO REFRAO
Apanhei coco, apanhei cacao o algodão foi fenomenal
O feijão era especial e o milho para façer mingão
CORO REFRAO
Lá no tronco foi amarrado, com chicote foi castigado,
O feitor me maltratou e o meu sangue ele derramou
CORO REFRAO
SOLO REFRAO
CORO REFRAO
Eu nasci no cativeiro,
trabalhei duro no canaviar Com teicana eu plantei café,
quase morri de tanto trabalhar O contra-câmbio eu vou,
colher café eu vou Se não colher eu vou,
o tronco agora eu vou O contra-câmbio eu vou,
colher café eu vou Se não colher eu vou,
o tronco agora eu vou O engenho fui carregando,
o açúcar e o melado Para adotar a vida de quem tem me maltratado Vou botar cana,
eu vou,
vou ler café,
eu vou Se não colher,
eu vou,
no tom pra agora eu vou Vou botar cana,
eu vou,
vou ler café,
eu vou Se não for ler,
eu vou no Jocador,
eu vou Apanhei coco,
apanhei cacau,
o algodão foi pelo amenal O feijão era especial e o milho novo pra fazer mingau
O pontacane eu vou o ol caf eu vou Se n for ler eu vou no troncador Eu vou por
conta grande eu vou por ler caf Eu vou,
se não for ler,
eu vou no troncador Eu vou Lá no tronco fui amarrado,
com chicote fui castigado O peitor me maltratou e o meu sangue ele derramou O
porta-câmbio eu vou,
o lecafé eu vou Se não for ler eu vou,
o troca-góra eu vou O porta-câmbio eu vou,
o lecafé eu vou Se não for ler eu vou,
o troca-góra eu vou Vou contratando,
eu vou,
pulir café eu vou Se não por ler eu vou,
nos murros agora eu vou Vou contratando,
eu vou,
pulir café eu vou Se não por ler eu vou,
nos murros agora eu vou Vou cortar cana eu vou,
vou ler café eu vou Se não for ler eu vou,
um troço pra agora eu vou Vou cortar cana eu vou,
vou ler café eu vou Se não for ler eu vou,
um troço pra agora eu vou Vou forjando,
eu vou,
vou de café Eu vou,
eu vou,
eu vou,
vou de café
Olha a navalha aí
Cortou
Olha a navalha aí
Sangrou
Olha a navalha aí
Marcou
Olha a navalha aí
Matou
Olha a navalha aí
Olha o negro não quer mais ter senhor
O negro não quer mais ter senhor
Esse negro não quer mais ter senhor
Olha a navalha aí
Navio negreiro
Tumba flutuante
Terra mãe distante
Dor e desespero
Navio negreiro
Segue a nau errante
Singrando saudades
África distante
Ouça meus cantares
Navio negreiro
Mãe que perde o filho
Rei perde rainha
Povo perde o brio
Enquanto definha
Sou um negro forte da periferia
Meu tataravô foi escravo
E eu sou escravo hoje em dia
Sou trabalhador e capoeirista
Mais ainda tenho feitor
Que é quem comanda a revista
A capoeira cresceu
Ganhou força girou nesse mundo
Mas me chamam de moleque
E ainda me tratam como vagabundo
Eu não tenho anel bonito
Nem diploma de doutor
Acordo pedindo desculpa
E durmo dizendo por favor
Passo dia passo noite
Tocando meu berimbau
Mas meus filhos não tem nada
Quando chega o Natal
Mas por ser capoeirista
Com fundamento no meu ritual
Eu vou mostrar para esse mundo
O que vale um berimbau
Sou guerreiro de verdade
Na forças dos Orixás
Se você não acredita
Sua hora vai chegar
Oi o nego tá danado
Refrâo: olha o negro sinho!
Autor: Peninha
Lá no canto da senzala (2x)
Negro ajoelhado ao chão
pedindo a deus do céu
pra acabar com a escravidão
negro foi muito guerreiro
ao fugir de seu patrão
aprisionado na senzala
não entendia a razão
porque tanto sofrimento
porque tanta maldade
negro chora o lamento
gritando a liberdade
o grito de liberdade
este fato ocorreu
acabou a maldade
e o negro renasceu
das senzalas para os portos
roubando velhos mercados
do sistema o negro foi
novamente aprisionado
teu passado tem historia
que não posso esquecer
a capoeira que tu criou
hoje agradeço à você
camaradinha
Ê viva o negro
Ê foi o guerreiro
Ê da história
Ê do Brasil
Ê viva meu Deus
Ê camaradinha
Ê viva o mestre
Ê quem me ensinou
Ê, aê, aê
Ê, aê, aêa.
Eo o negro na senzala,
Ê jogava, dançava também a lutar. (bis)
Ô no tempo,
no tempo da colonização,
o chicote rolava nas costas do negro irmão.
Além de ser maltratado,
era forçado a trabalhar.
Corta cana, corta cana,
dentro do carnavial.
E quando a noite chegava,
eles pensavam en descansar.
Mas era mais importante a luta da liberdade.
No meio da madrugada,
o negro ia practicar sua arma secreta
chamada capoeria.
Composição: Marcos Jitaúna. Intérprete: Tatinho.
Ê, aê, aê
Ê, aê, aêa.
Eo o negro na senzala,
Ê jogava, dançava também a lutar. (bis)
Ô no tempo,
no tempo da colonização,
o chicote rolava nas costas do negro irmão.
Além de ser maltratado,
era forçado a trabalhar.
Corta cana, corta cana,
dentro do carnavial.
E quando a noite chegava,
eles pensavam en descansar.
Mas era mais importante a luta da liberdade.
No meio da madrugada,
o negro ia practicar sua arma secreta
chamada capoeria.
Composição: Marcos Jitaúna. Intérprete: Tatinho.
Negro que sobe e desce a ladeira
Negro que sobe e desce a ladeira
Voçê é Capoeira, é bom de rastreira
Planta bananeira / no toque Ijexá
NEGRO...
Ê ê á / Ê ê á / Ê Ê Á / Ê Ê Á
Capoeira / Capoeira / CAPOEIRA / CAPOEIRA
Olha o negro que vem pro Brasil
que veio sufrir como um cão,
que veio trabalhar na terra, tamben na coleta e na plantação -REFRAO
CORO REFRAO
Oi descobrindo um novo caminho, um caminho para se libertar,
descubrirom a capoeira uma maneira experta de poder lutar.
Refugio-se em grandes quilombos e nascerom grandes guerreiros,
Gangazumba e Zumbi os cabeças são filhos de Oxossi e Orixás feiticeiros.
Olha o negro que fez sua historia, que manteve suas tradiçoês
Maculele, capoeira, batuque, Candomblé e samba e fez disso as naçoês REFRAO
CORO REFRAO
Oi le le le le le le leee!
Oi le le le le la la laaa!
Raça negra é raça guerreira, é raça sofrida que sabe lutar
CORO REFRAO
O negro que fez sua historia, criou capoeira para se libertar
CORO REFRAO
Olha o negro que vem pro Brasil
que veio sufrir como um cão,
que veio trabalhar na terra, tamben na coleta e na plantação -REFRAO
CORO REFRAO
Oi descobrindo um novo caminho, um caminho para se libertar,
descubrirom a capoeira uma maneira experta de poder lutar.
Refugio-se em grandes quilombos e nascerom grandes guerreiros,
Gangazumba e Zumbi os cabeças são filhos de Oxossi e Orixás feiticeiros.
Olha o negro que fez sua historia, que manteve suas tradiçoês
Maculele, capoeira, batuque, Candomblé e samba e fez disso as naçoês REFRAO
CORO REFRAO
Oi le le le le le le leee!
Oi le le le le la la laaa!
Raça negra é raça guerreira, é raça sofrida que sabe lutar
CORO REFRAO
O negro que fez sua historia, criou capoeira para se libertar
CORO REFRAO
Olha o negro que vem pro Brasil
que veio sufrir como um cão,
que veio trabalhar na terra, tamben na coleta e na plantação -REFRAO
CORO REFRAO
Oi descobrindo um novo caminho, um caminho para se libertar,
descubrirom a capoeira uma maneira experta de poder lutar.
Refugio-se em grandes quilombos e nascerom grandes guerreiros,
Gangazumba e Zumbi os cabeças são filhos de Oxossi e Orixás feiticeiros.
Olha o negro que fez sua historia, que manteve suas tradiçoês
Maculele, capoeira, batuque, Candomblé e samba e fez disso as naçoês REFRAO
CORO REFRAO
Oi le le le le le le leee!
Oi le le le le la la laaa!
Raça negra é raça guerreira, é raça sofrida que sabe lutar
CORO REFRAO
O negro que fez sua historia, criou capoeira para se libertar
CORO REFRAO
Nós somos negros da catanga de aruanda
à conceição viemos louvar
arandaeee, arandaeeea
nós somos negros da catanga de aruanda
à conceição viemos louvar
arandaeee, arandaeeea
No balanço do mar ioio
No balanço do mar iaia
No balanço do mar ê ê
No balanço do mar
Lá vem o navio negreiro
Trazendo africanos de lá
E aqui em solo brasileiro
Escravos iam se tornar
No porto eu fui vendido
Para o senhor da fazenda
Pra plantar e cortar cana
E trabalhar na moênda
Mas o negro era valente
E tinha alma guerreira
Fugia do cativeiro
Pro meio da capoeira
Vou me embrenhar na mata
As correntes arrebentar
Eu vou voltar pra minha terra
Eu vou no balanço do mar
Foi no final da Bahia que eu aprendi capoeira
lá na rua o cara Angola que se deu a brincadeira.
Muita luta, muita gloria, e a rua virou historia
deu um salve a seu Waldemar que nos vai ficar a Angola
E
já ficou para historia
CORO: e, é de luta é de gloria (x4)
Foi no final da Bahia que eu aprendi capoeira
lá na rua o cara Angola que se deu a brincadeira.
Muita luta, muita gloria, e a rua virou historia
deu um salve a seu Waldemar que nos vai ficar a Angola
E
já ficou para historia
CORO: e, é de luta é de gloria (x4)
Foi no final da Bahia que eu aprendi capoeira
lá na rua o cara Angola que se deu a brincadeira.
Muita luta, muita gloria, e a rua virou historia
deu um salve a seu Waldemar que nos vai ficar a Angola
E
já ficou para historia
CORO: e, é de luta é de gloria (x4)
No Mercado modelo
Tem acarajé
No Mercado modelo
Tem acarajé
No navio negreiro
No tempo da escravidão
Seguia sem rumo o negro
Sem rumo seu coração
No canavial
Negro era o carro forte
Entre a vida e a morte
Negro era a solidão
Hoje negro é vida
Negro é luz é um talento
Mas que em certos momentos
Sinto em seu peito uma dor
Para tentar esquecer
Das angústias do passado
Daquele rosto marcado
Faz meu corpo enfraquecer
Mas algo
Dentro de mim é mais forte
Me conduz além da morte
E guia meu coração
Sinto em meu peito
A força da capoeira
Essa arte brasileira
Luta de libertação
Por isso
Quondo eu toco um berimbau
Sinto arrepiar a alma
Sinto a mente mais calma
Minha dor se vai então, Camarada
No navio negreiro
No tempo da escravidão
Seguia sem rumo o negro
Sem rumo seu coração
No canavial
Negro era o carro forte
Entre a vida e a morte
Negro era a solidão
Hoje negro é vida
Negro é luz é um talento
Mas que em certos momentos
Sinto em seu peito uma dor
Para tentar esquecer
Das angústias do passado
Daquele rosto marcado
Faz meu corpo enfraquecer
Mas algo
Dentro de mim é mais forte
Me conduz além da morte
E guia meu coração
Sinto em meu peito
A força da capoeira
Essa arte brasileira
Luta de libertação
Por isso
Quondo eu toco um berimbau
Sinto arrepiar a alma
Sinto a mente mais calma
Minha dor se vai então, Camarada
No Rio de Janeiro
O subúrbio tem seu lugar
É escola de bambas
Aprendi tanta coisa lá
No Rio de Janeiro
O subúrbio tem seu lugar
Tem muita capoeira
Ninguém vai querer duvidar
No Rio de Janeiro
O subúrbio tem seu lugar
Cantadores, poetas
E o berimbau a tocar
No Rio de Janeiro
O subúrbio tem seu lugar
No Grupo Corda Bamba
Seu Touru vai lhe ensinar
No tempo do cativeiro quando negro sofria
Trabalhava dia e noite enquanto a chibata batia
Mas com o passar do tempo tudo se transformou
Da ânsia de liberdade uma luta ele criou
Ao som dos tambores em forma de dança e de brincadeira
Nasceu uma arma perigosa cujo nome é capoeira
Quando o negro fugia capitão do mato ia procurar
Com cabeçada e rasteira não conseguia pegar
Hoje em dia a capoeira ela é arte e cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
No tempo do cativeiro quando negro sofria
Trabalhava dia e noite enquanto a chibata batia
Mas com o passar do tempo tudo se transformou
Da ânsia de liberdade uma luta ele criou
Ao som dos tambores em forma de dança e de brincadeira
Nasceu uma arma perigosa cujo nome é capoeira
Quando o negro fugia capitão do mato ia procurar
Com cabeçada e rasteira não conseguia pegar
Hoje em dia a capoeira ela é arte e cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
No tempo do cativeiro quando negro sofria
Trabalhava dia e noite enquanto a chibata batia
Mas com o passar do tempo tudo se transformou
Da ânsia de liberdade uma luta ele criou
Ao som dos tambores em forma de dança e de brincadeira
Nasceu uma arma perigosa cujo nome é capoeira
Quando o negro fugia capitão do mato ia procurar
Com cabeçada e rasteira não conseguia pegar
Hoje em dia a capoeira ela é arte e cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Que nasceu foi de um povo que criou pra se libertar
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Capoeira é artimanha capoeira é cultura popular
Autores: Lekinha e Maxuel
No tempo que eu era escravo, Iô, Iô
Apanhava todo dia do Feitor
Escravo queria a salvação
Buscava a sua libertação
Mas essa tal de abolição
Deixou uma herança maldita, meu irmão
Os negros não tinham acesso a nada
Comida, trabalho, educação
Jogando e lutando nas ruas faminto
Não tinham nenhuma outra opção
Caindo na marginalidade
Sofrimento e muita decepção
O negro não tinha o que fazer
Onde ir, vestir, nem menos comer
Hoje em dia ainda há perseguição
Todos querem a sua libertação
Era uma noite sem lua,
Era uma noite sem lua,
Era uma noite sem lua
Era uma noite sem lua e eu tava sozinho
Fazendo do meu caminhar o meu próprio caminho
Sentindo o aroma das rosas e a dor dos espinhos
De repente apesar do escuro eu pude saber
Que havia alguém me espreitando sem que nem porque
Era hora de luta e de morte, é matar ou morrer
A navalha passou me cortando era quase um carinho
Meu sangue misturou-se ao pó e as pedras do caminho
Era hora de pedir o axé do meu Orixá
E partir para o jogo da morte é perder ou ganhar
Dei o bote certeiro da cobra alguém me guiou
Meia lua bem dada é a morte
E a luta acabou
Eu segui pela noite sem lua
Hostórias na algibeira
Não é fácil acabar com a sorte de um bom capoeira
Se você não acredita me espere num outro caminho
E prepara bem sua navalha
Eu não ando sozinho
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