Na Bahia de Outora, de Mestre Bastinha, Mestre Valdemar Madainhas de Angola, onde o canto me faz acordar O tempo que era tão bom, onde eu queria viver Conhecer toda a mandinga, toda a malícia e também o saber Ai, ai, ai, ai, ai, saudade que eu tenho demais Ai, ai, ai, ai, ai, de tempo que não volta atrás Ai, ai, ai, ai, ai, quando viver a rapaz Era o tempo bom demais Capoeira era a jogada, o capoeirista que tinha valor Era um tempo que não tinha grupo, não tinha mestre por graduação Os goles ensinavam a jogar, cada um tinha sua expressão O aluno era discípulo, aprendia com mestre toda lição Saudade que eu tenho demais Seu baixinho é lá no cais Ai, ai, ai, ai, ai Ô, Valdemar do Queiroz Ai, ai, ai, ai, ai Ô, e era um tempo bom demais Ai, ai, ai, ai, ai
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Corrido/ChulaKeywords: mao,branca,track,mao branca-track-29
Source: Transcribed from audio: MAO BRANCA-Track-29 (AI-generated, needs review)
English translation:
In Bahia de Outora, by Mestre Bastinha, Mestre Valdemar Madainhas de Angola, where the song makes me wake up The time that was so good, where I wanted to live Knowing all the mandinga, all the malice and also the knowledge Oh, oh, oh, oh, oh, I miss so much Oh, oh, oh, oh, oh, for the time that doesn't go back Oh, oh, oh, oh, oh, when I live as a boy It was the time was too good Capoeira was the move, the capoeirista who had value It was a time when there was no group, there was no master by degree The sips taught how to play, each one had their own expression The student was a disciple, he learned every lesson from the master I miss you so much Your little guy is there on the pier Oh, oh, oh, oh, oh Oh, Valdemar do Queiroz Oh, oh, oh, oh, oh Oh, and it was a good time too much Oh, oh, oh, oh, oh